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Raul Seixas




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Raul Seixas Album


Eu, Raul Seixas (1991)
1991
1.
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Me dê um corpo vivo
Para eu encher minha pança
Três quilos de alcatra
Com muqueca de esperança
Diabo, o diabo usa capote
É rock é toque é funk
Diabo foi ele mesmo
Que me deu um toque
Enquanto Freud explica as coisas
O diabo fica dando toques

Existe dois diabos
Só que um parou na pista
Um deles é do toque
O outro é aquele do exorcista
Diabo, o diabo usa capote
É rock é toque é funk
Diabo foi ele mesmo
Que me deu um toque
Enquanto Freud explica as coisas
O diabo fica dando toques

Mamãe disse a Zequinha
Nunca pule aquele muro
Zequinha respondeu
Mamãe aqui tá mais escuro
Diabo, o diabo usa capote
O rock é toque é forte
Diabo foi ele mesmo
Que me deu um toque
Enquanto Freud explica as coisas
O diabo fica dando toques

O diabo é o pai do rock
O diabo é o pai do rock
Então é everybody rock
O diabo é o pai do rock
Enquanto Freud explica
O diabo fica dando toques

. . .


A solução pro nosso povo eu vou dar
Negócio bom assim ninguém nunca viu
Tá tudo pronto aqui é só vir pegar
A solução é alugar o Brasil!

Nós não vamos pagar nada
Nós não vamos pagar nada
É tudo free
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dar lugar pros gringo entrar
Esse imóvel tá prá alugar

Os estrangeiros, eu sei que eles vão gostar
Tem o Atlântico, tem vista pro mar
A Amazônia é o jardim do quintal
E o dólar deles paga o nosso mingau

Nós não vamos pagar nada
Nós não vamos pagar nada
É tudo free
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dar lugar pros gringo entrar
Esse imóvel tá prá alugar

Nós não vamos pagar nada
Nós não vamos pagar nada
Agora é free
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dar lugar pros gringo entrar
Esse imóvel tá prá alugar

. . .


Como vovó já dizia . . .
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Mas não é bem verdade?
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Hum
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Minha vó já me dizia pra eu sair sem me molhar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Mas a chuva é minha amiga e eu não vou me resfriar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A serpente está na terra e o programa está no ar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A formiga só trabalha porque não sabe cantar
Quem não tem colírio usa óculos escuros
Quem não tem filé como pão e osso duro
Quem não tem visão bate a cara contra o muro

(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
É tanta coisa no menu que eu não sei o que comer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
José Newton já dizia se subiu tem que descer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Só com a praia bem deserta que o sol tem que nascer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A banana é vitamina que engorda e faz crescer
Quem não tem colírio usa óculos escuros
Quem não tem filé como pão e osso duro
Quem não tem visão bate a cara contra o muro

(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Solta a serpente, hare Crishna hare Crishna

Quem não tem colírio usa óculos escuros
Quem não tem filé como pão e osso duro
Quem não tem visão bate a cara contra o muro

(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
É tanta coisa no menu que eu não sei o que comer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Só com a praia bem deserta que o sol tem que nascer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
José Newton já dizia se subiu tem que descer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A banana é vitamina que engorda e faz crescer
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Minha vó já me dizia pra eu sair sem me molhar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
Mas a chuva é minha amiga e eu não vou me resfriar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A serpente tá na terra e o programa está no ar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)
A formiga só trabalha porque não sabe cantar
(Quem não tem colírio usa óculos escuros)

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Lá vou eu de novo, um tanto assustado
Com Ali-Baba e os quarenta ladrões
Já não querem nada com a pátria amada
E cada dia mais enchendo meus botões

Lá vou eu de novo, brasileiro, brasileiro nato
Se eu não morro, eu mato essa desnutrição
Minha teimosia brava de guerreiro
É que me faz o primeiro dessa procissão

Fecha a porta, abre a porta
Abre-te Sésamo
Fecha a porta, abre a porta
Eu disse:
Abre-te Sésamo

E vamos nós de novo, vamo na gangorra
No meio da zorra desse, desse, desse vai e vem
É tudo mentira quem vai nessa, pira
Atrás do tesouro de Ali-bem-bem

É que la vou eu de novo, brasileiro nato
Se eu não morro, eu mato essa desnutrição
A minha teimosia brava de guerreiro
É que me faz o primeiro dessa procissão

Fecha a porta, abre a porta
Abre-te Sésamo
Fecha a porta, abre a porta
Abre-te Sésamo
Fecha a porta, abre a porta
Eu disse:
Abre-te Sésamo
Ei
Abre a porta
Eu disse
Abre-te Sésamo

. . .


Ói, ói o trem, vem surgindo de trás das montanhas azuis, olha o trem
Ói, ói o trem, vem trazendo de longe as cinzas do velho aeon

Ói, já é vem, fumegando, apitando, chamando os que sabem do trem
Ói, é o trem, não precisa passagem nem mesmo bagagem no trem

Quem vai chorar, quem vai sorrir?
Quem vai ficar, quem vai partir?

Pois o trem está chegando, tá chegando na estação
É o trem das sete horas, é o último do sertão, do sertão

Ói, olha o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais
Vê, ói que céu, é um céu carregado e rajado, suspenso no ar

Vê, é o sinal, é o sinal das trombetas, dos anjos e dos guardiões
Ói, lá vem Deus, deslizando no céu entre brumas de mil megatons
Ói, ói o mal, vem de braços e abraços com o bem num romance astral

. . .


Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes
Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor, lhe tenho horror
Lhe faço amor, eu sou um ator

É chato chegar a um objetivo num instante
Eu quero viver essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor, lhe tenho horror
Lhe faço amor, eu sou um ator

Vou disdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes
Prefiro ser essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

. . .


Enquanto você se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual

Eu do meu lado
Aprendendo a ser louco
Um maluco total
Na loucura real

Controlando a minha maluquez
Misturada com minha lucidez

Eu vou ficar
Ficar com certeza
Maluco Beleza
Eu vou ficar
Ficar com certeza
Maluco Beleza

E este caminho
Que eu mesmo escolhi
É tão fácil seguir
Por não ter onde ir

Controlando a minha maluquez
Misturada com minha lucidez

Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco Beleza
Eu vou ficar . . .

. . .


Tá rebocado meu compadre
Como os donos do mundo piraram
Eles já são carrascos e vítimas
Do próprio mecanismo que criaram

O monstro SIST é retado
E tá doido pra transar comigo
E sempre que você dorme de touca
Ele fatura em cima do inimigo

A arapuca está armada
E não adianta de fora protestar
Quando se quer entrar
Num buraco de rato
De rato você tem que transar

Buliram muito com o planeta
E o planeta como um cachorro eu vejo
Se ele já não aguenta mais as pulgas
Se livra delas num sacolejo

Hoje a gente já nem sabe
De que lado estão certos cabeludos
Tipo estereotipado
Se é da direita ou dá traseira
Não se sabe mais lá de que lado

Eu que sou vivo pra cachorro
No que eu estou longe eu tô perto
Se eu não estiver com Deus, meu filho
Eu estou sempre aqui com o olho aberto

A civilização se tornou complicada
Que ficou tão frágil como um computador
Que se uma criança descobrir
O calcanhar de Aquiles
Com um só palito pára o motor

Tem gente que passa a vida inteira
Travando a inútil luta com os galhos
Sem saber que é lá no tronco
Que está o coringa do baralho

Quando eu compus fiz Ouro de Tolo
Uns imbecis me chamaram de profeta do apocalipse
Mas eles só vão entender o que eu falei
No esperado dia do eclipse

Acredite que eu não tenho nada a ver
Com a linha evolutiva da Música Popular Brasileira
A única linha que eu conheça
É a linha de empinar uma bandeira

Eu já passei por todas as religiões
Filosofias, políticas e lutas
Aos 11 anos de idade eu já desconfiava
Da verdade absoluta

Raul Seixas e Raulzito
Sempre foram o mesmo homem
Mas pra aprender o jogo dos ratos
Transou com Deus e com o lobisomem

. . .


Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realida- de

Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realida- de

Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realida- de

. . .


Hei, Al Capone, vê se te emenda
Já sabem do teu furo, nego
No imposto de renda

Hei, Al Capone, vê se te orienta
Assim desta maneira, nego
Chicago não agüenta

Hei, Julio César, vê se não vai ao senado
Já sabem do teu plano para controlar o Estado
Hei, Lampião, dá no pé, desapareça
Pois eles vão à feira exibir tua cabeça

Hei, Al Capone, vê se te orienta
Assim desta maneira, nego
Chicago não agüenta

Hei, Al Capone, vê se te emenda
Já sabem do teu furo, nego
No imposto de renda

Hei, Al Capone, vê se te orienta
Assim desta maneira, nego
Chicago não agüenta

Hei, Jimi Hendrix, abandona o palco agora
Faça como fez Sinatra, compre um carro e vá embora
Ei, Jesus Cristo, o melhor que você faz
É deixar o Pai de lado e foge prá morrer em paz

Hei, Al Capone, vê se te orienta
Assim desta maneira, nego
Chicago não agüenta

Eu sou astrólogo!
Eu sou astrólogo!
Vocês precisam acreditar em mim
Eu sou astrólogo!
Eu sou astrólogo!
E conheço a história do princípio ao fim!

. . .


Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Viva o Novo Aeon!
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Viva! Viva! Viva!
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!

Se eu quero e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou esperar Papai Noel
Ou discutir Carlos Gardel
Então vá
Faz o que tu queres
Pois é tudo da lei
Da lei

Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Faz o que tu queres há de ser tudo da lei
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Todo homem e toda mulher é uma estrela
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Viva! Viva!
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!

Mas se eu quero e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou discutir Carlos Gardel
Ou esperar Papai Noel
Então vá
Faz o que tu queres pois é tudo da lei, da lei . . .

Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
O número 666 chama-se Aleister Crowley
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Faz o que tu queres há de ser tudo da lei
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
A lei de Thelema
Viva! Viva!
Viva a Sociedade Alternativa!
A lei do forte
Esta é a nossa lei e a alegria do mundo
Viva! Viva! Viva!

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