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Gal Costa




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Gal Costa Album


Fa-Tal – Gal a todo Vapor (1971)
1971
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Eu sou uma fruta gogóia
Eu sou uma moça
Eu sou calunga de louça
Eu sou uma jóia
Eu sou a chuva que móia
Que refresca bem
Eu sou o balanço do trem
Carreira de Tróia
Eu sou a tirana-bóia
Eu sou o mar
Samba que eu ensaiar
Mestre não óia

. . .


Oba, oba, oba, Charles
Como vão as coisas, Charles?
Como é que é, my friend Charles?

. . .


Quando você me ouvir cantar
Venha, não creia, eu não corro perigo
Digo, não digo, não ligo
Deixo no ar
Eu sigo apenas porque eu gosto de cantar
Tudo vai mal
Tudo
Tudo é igual quando eu canto e sou mudo
Mas eu não minto, não minto
Estou longe e perto
Sinto alegrias, tristezas e brinco
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5
Quando você me ouvir chorar
Tente, não cante, não conte comigo
Falo, não calo, não falo
Deixo sangrar
Algumas lágrimas bastam pra consolar
Tudo vai mal, tudo
Tudo mudou, não me iludo e contudo
É a mesma porta sem trinco, o mesmo teto
E a mesma lua a furar nosso zinco
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5

. . .


Meu coração não se cansa
De ter esperança
De um dia ser tudo o que quer

Meu coração de criança
Não é só a lembrança
De um vulto feliz de mulher
Que passou por meu sonho sem dizer adeus
E fez dos olhos meus um chorar mais sem fim

Meu coração vagabundo
Quer guardar o mundo em mim

. . .


Baiana que entra no samba, só fica parada
Não samba, não mexe
Não bole nem nada
Não sabe deixar a mocidade louca
Baiana é aquela que entra no samba
De qualquer maneira
Que mexe, remexe
Dá nó nas cadeiras
Deixando a moçada com água na boca

A falsa baiana quando entra no samba
Ninguém se incomoda
Ninguém bate palma
Ninguém abre a roda
Ninguém grita: "Oba, oba!
Salve a Bahia, senhor do Bonfim"
Mas a gente gosta quando uma baiana
Samba direitinho, de cima embaixo
Revira os olhinhos
Dizendo: "Eu sou filha de São Salvador"

. . .


Ô Antonico, vou lhe pedir um favor
Que só depende da sua boa vontade
É necessário uma viração pro Nestor
Que está vivendo em grande dificuldade
Ele está mesmo dançando na corda bamba
Ele é aquele que na escola de samba
Toca cuíca, toca surdo e tamborim
Faça por ele como se fosse por mim
Até muamba já fizeram pro rapaz
Porque no samba ninguém faz o que ele faz
Mas hei de vê-lo bem feliz, se Deus quiser
E agradeço pelo que você fizer
Meu Senhor

Ô Antonico, vou lhe pedir um favor
Que só depende da sua boa vontade
É necessário uma viração pro Nestor
Que está vivendo em grande dificuldade
Ele está mesmo dançando na corda bamba
Ele é aquele que na escola de samba
Toca cuíca, toca surdo e tamborim
Faça por ele como se fosse por mim
Faça por ele como se fosse por mim
Faça por ele como se fosse por mim
Faça por ele como se fosse por mim

. . .


Meu bem, meu bem
Voc tem que acreditar em mim
Ningum pode destruir assim
Um grande amor
No d ouvidos maldade alheia
E creia:
Sua estupidez no lhe deixa ver
Que eu te amo

Meu bem, meu bem
Use a inteligncia uma vez s
Quantos idiotas vivem s
Sem ter amor
E voc vai ficar tambm sozinha
E eu sei porqu
Sua estupidez no lhe deixa ver
Que eu te amo

Quantas vezes eu tentei falar
Que no mundo no h mais lugar
Pra quem toma decises na vida
Sem pensar
Conte ao menos at trs
Se precisar conte outra vez
Mas pense outra vez
Meu bem, meu bem, meu bem
Eu te amo

Meu bem, meu bem

Nunca vi algum to incapaz

Que o meu amor bem maior
Que tudo que existe
Mas, sua estupidez no lhe deixa ver
Que eu te amo

. . .


Eu sou uma fruta gogóia
Eu sou uma moça
Eu sou calunga de louça
Eu sou uma jóia
Eu sou a chuva que móia
Que refresca bem
Eu sou o balanço do trem
Carreira de Tróia
Eu sou a tirana-bóia
Eu sou o mar
Samba que eu ensaiar
Mestre não óia

. . .


Oh, sim, eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu não acredito mais em você
Com minhas calças vermelhas
Meu casaco de general
Cheio de anéis
Vou descendo por todas as ruas
E vou tomar aquele velho navio
Eu não preciso de muito dinheiro
(Graças a Deus)

E não me importa, honey
Oh, minha honey baby
Baby, honey baby
Oh, minha honey baby
Baby, honey baby
Oh, sim, eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu tô indo embora

Talvez eu volte
Um dia eu volto (quem sabe)
Mas eu quero esquece-la (eu preciso)
Ah, minha grande
Ah, minha pequena
Ah, minha grande obsessão
Oh, minha honey baby
Baby, honey baby
Oh, minha honey baby
Baby, honey baby

. . .


Não se assuste pessoa
Se eu lhe disser que a vida é boa
Não se assuste pessoa
Se eu lhe disser que a vida é boa
Enquanto eles se batem dê um rolê
E você vai ouvir
Apenas quem já dizia
Eu não tenho nada
Antes de você ser
Eu sou, eu sou, eu sou
Eu sou amor da cabeça aos pés
Eu sou, eu sou
Eu sou amor da cabeça aos pés
E só to beijando o rosto de quem dá valor
Pra quem vale mais um gosto do que cem mil réis
Eu sou, eu sou
Eu sou amor da cabeça aos pés
Eu sou, eu sou
Eu sou amor da cabeça aos pés

. . .


Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar, pois estou te amando
Baby te amo, nem sei se te amo
Tente usar a roupa que estou usando
Tente esquecer em que ano estamos
Arranje algum sangue, escreva num pano
Pérola Negra, te amo, te amo
Rasgue a camisa, enxugue meu pranto
Como prova de amor mostre seu novo canto
Escreva num quadro em palavras gigantes
Pérola Negra, te amo, te amo
Tente entender tudo mais sobre o sexo
Peça meu livro, querendo te empresto
Se intere da coisa sem haver engano
Baby te amo, nem sei se te amo
Baby te amo, nem sei se te amo
Baby, baby
Baby te amo nem sei se te amo

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Não choro
Meu segredo é que sou rapaz esforçado
Fico parado, calado, quieto
Não corro, não choro, não converso
Massacro meu medo
Mascaro minha dor
Já sei sofrer
Não preciso de gente que me oriente
Se você me pergunta "como vai"?
Respondo sempre igual "tudo legal"
Mas quando você vai embora
Movo meu rosto do espelho
Minha alma chora
Vejo o Rio de Janeiro
Vejo o Rio de Janeiro
Comovo, não salvo, não mudo
Meu sujo olho vermelho
Não fico parado, não fico calado, não fico quieto
Corro, choro, converso
E tudo mais jogo num verso
Intitulado Mal Secreto
E tudo mais jogo num verso
Intitulado Mal Secreto
E tudo mais
Não choro
Meu segredo é que sou rapaz esforçado
Fico parado, calado, quieto
Não corro, não choro, não converso
Massacro meu medo
Mascaro minha dor
Já sei sofrer
Não preciso de gente que me oriente
Se você me pergunta "como vai"?
Respondo sempre igual "tudo legal"
Mas quando você vai embora
Movo meu rosto do espelho
Minha alma chora
Vejo o Rio de Janeiro
Vejo o Rio de Janeiro

. . .


Quando você me ouvir cantar
Venha, não creia, eu não corro perigo
Digo, não digo, não ligo
Deixo no ar
Eu sigo apenas porque eu gosto de cantar
Tudo vai mal
Tudo
Tudo é igual quando eu canto e sou mudo
Mas eu não minto, não minto
Estou longe e perto
Sinto alegrias, tristezas e brinco
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5
Quando você me ouvir chorar
Tente, não cante, não conte comigo
Falo, não calo, não falo
Deixo sangrar
Algumas lágrimas bastam pra consolar
Tudo vai mal, tudo
Tudo mudou, não me iludo e contudo
É a mesma porta sem trinco, o mesmo teto
E a mesma lua a furar nosso zinco
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5
Meu amor
Tudo em volta está deserto, tudo certo
Tudo certo como 2 e 2 são 5

. . .


Dessa janela sozinha
Olhar a cidade me acalma
Estrela vulgar a vagar
Rio e também posso chorar
E também posso chorar
Mas tenho os olhos tranqüilos
De quem sabe seu preço
Essa medalha de prata
Foi presente de uma amiga
Foi presente de uma amiga
Mas isso faz muito tempo
Sobre um pátio abandonado
Mas isso faz muito tempo
Em doze quartos fechados
Mas isso faz muito tempo
Profetas nos corredores
Mas isso faz muito tempo
Partos embaixo da escada
Mas isso faz muito tempo
Oh! Oh! Mas isso faz muito tempo
Mas isso faz muito tempo
No fundo do peito esse fruto
Apodrecendo a cada dentada
Oh! No fundo do peito esse fruto
Apodrecendo a cada dentada
Mas isso faz muito tempo
Sobre um pátio abandonado
Mas isso faz muito tempo
Mas isso faz muito tempo
Mas isso faz muito tempo
Mas isso faz muito tempo
Mas isso faz muito tempo
Mas isso faz muito tempo
Dessa janela sozinha
Olhar a cidade me acalma
Estrela vulgar a vagar
Rio e também posso chorar
Oh, e também posso chorar

. . .


Tudo em vorta é só beleza
Céu de abril e a mata em frô
Mas assum preto, cego dos óio
Não vendo a luz, hum, canta de dor
Mas assum preto, cego dos óio
Não vendo a luz, hum, canta de dor
Hummmm! . . .

Tarvez por iguinorança
Ou mardade das pió
Furaro os óio do assum preto
Pra ele assim cantá mió
Furaro os óio do assum preto
Pra ele assim cantá mió
Hummmm! . . .

Assum preto verve sorto
Mas não pode avoá
Mil vêiz a sina de uma gaiola
Desde que o céu pudesse oiá
Mil vêiz a sina de uma gaiola
Desde que o céu pudesse oiá
Hummmm! . . .

Assum preto, meu cantá
É tão triste quanto o teu
Também roubaram o meu amor
Que era a luz dos olhos meus
Também roubaram o meu amor
Que era a luz dos olhos meus
Hummmm

. . .


Bota a mão nas cadeiras, menina
Faça o favor de mexer
Bota a mão nas cadeiras, menina
Faça o favor de mexer
Bota a mão nas cadeiras, menina
Faça o favor de mexer

A baiana me deu o sinal, oh, baiana
Baiana me pega, me joga na lama
Eu não sou camarão mas o mar me chama
Bota a mão nas cadeiras, menina
Faça o favor de mexer, nhém nhém
Bota a mão nas cadeiras, menina
Faça o favor de mexer, nhém nhém

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Maria Bethânia
Please, send me a letter
I wish to know things
Are getin better, better, beta
Beta, beta, beta, beta

. . .


Não se perca de mim
Não se esqueça de mim
Não desapareça
A chuva tá caindo
E quando a chuva começa
Eu acabo perdendo a cabeça
Não saia do meu lado
Segure o meu pierrot molhado
E vamos emborta ladeira abaixo
Acho que a chuva ajuda a gente a se ver
Venha, veja, deixa, beija, seja
O que Deus quiser

A gente se embala se embola se embola
Só para na porta da igreja
A gente se olha se beija e se molha
De chuva, suor e cerveja

. . .


Desta vez você chegou e arrebatou
Alegria e calma do meu lar
Desta vez você chegou e arrebatou
Alegria e calma do meu lar

Quando estiver assim não me apareça
Saia desapareça
Não me chegue assim desapareça
Saia desapareça da minha vista

Apareça como a luz do sol
Batendo na porta do meu lar
Apareça como a luz do sol
Batendo na porta do meu lar

Quero ver de novo a luz do sol
Quero ver de novo a luz do sol
Que me brilha ascende
Aquece e me queima
Batendo na porta do meu lar

Eu sou o sol
Ela é a lua
Quando eu chego em casa
Ela já foi pra rua

Quero ver de novo a luz do sol
Quero ver de novo a luz do sol
Quero ver de novo a luz do sol
Quero ver de novo a luz do sol

. . .


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